“Se é amor ou não. Eu não sei. Mas, não consigo te esquecer.”
Remontado.  (via mists)
“Talvez eu queira demais. Não só de mim, entende? Dos outros também. Espero que descubram, por trás dos meus disfarces, toda a coisa. Porque as nossas angústias usam máscaras. E eu tenho uma mania de ser valente, dá até medo. O mundo entra na mochila e ela fica mais pesada que rocha. Aí brinco de tartaruga e quero levar tudo dentro. Nem eu me seguro, ora. Não sei porque insisto. Às vezes não dá, tenho que aceitar isso. Não é vergonhoso, nem fraco, é que não dá. Porque não. Mas, você sabe, não aceito essas respostas.”
Clarissa Corrêa.   (via pensamentos-antigos)
“Você é gentil e doce. E cada gesto seu me surpreende. Sei lá, acho que ninguém nunca fez nada de bom por mim a vida toda, nada parecido com o que você conseguiu em dois dias. Meio abrupto, reconheço. Você me faz viver fora da minha linha e é isso que eu gosto em você.”
Gabito Nunes. (via pensamentos-antigos)

estiloamsterdam:

Namore com alguém que te faça quebrar a cama, não a cara.

“Vou contar um segredo: Não dormi a noite inteira, estou virado. Mas xiu! Ninguém precisa saber além de mim e você, estamos combinados? Espero que sim. Por favor, não entenda mal, tentei dormir. Revirei na cama, contei carneirinhos, eles me contaram. Nós rimos juntos. Eu disse que sentia saudades e pedi que não espalhassem. E quer saber? Eles são ótimos com segredos. Levantei e contei as estrelas do céu, mas não deu certo. Sentei e li um livro, mas nada de sono também. Uma coisa curiosa sobre a noite, é o silêncio natural que surge dela e a forma mágica que ela tem de fazer com que as lembranças nos invadam. Quando percebi isso… chorei. Não um choro comum, e sim aqueles que vem de dentro. Lágrimas que escorrem pelos olhos, porém foram derramadas pelo coração. Estranho e sem sentido isso, né? Mas depois de rir com carneirinhos, o que faz sentido então?”
Allax Garcia.  (via florejaste)
“Deixa você passar dos trinta, trinta e cinco, ir chegando nos quarenta e não casar e nem ter esses monstros que eles chamam de filhos, casa própria nem porra nenhuma. Acordar no meio da tarde, de ressaca, olhar sua cara arrebentada no espelho. Sozinho em casa, sozinho na cidade, sozinho no mundo. Vai doer tanto, menino.”
Caio Fernando Abreu. (via pensamentos-antigos)